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Introdução

O documento que estamos apresentando deve ser discutido e aperfeiçoado e está sujeito a atualizações. Procura ordenar uma área de conhecimentos ainda muito incompleta e sujeita assim a controvérsias. Novos imunobiológicos serão disponíveis em breve, permitindo provavelmente obter melhor proteção em pacientes imunocomprometidos, o que exigirá atualização constante do mesmo. As recomendações contidas nas referências bibliográficas serviram de balizamento, mas o grupo procurou adaptá-las às condições e experiências brasileiras. Alguns pontos são especialmente sujeitos a dúvidas, como as vacinações durante a quimioterapia, de longa duração, e após a fase de indução. Fica, de um lado, a preocupação em deixar o paciente tanto tempo sem as vacinações, especialmente no caso de crianças; por outro lado, é imprevisível a proteção a ser obtida nessa situação. Por essa razão, entre muitas outras, o grupo entendeu que não é possível traçar normas impositivas, preferindo recomendações que poderão ser modificadas de acordo com as circunstâncias de cada caso ou peculiaridades das vacinas disponíveis. As recomendações constantes do presente documento são mais minuciosas e às vezes diferentes das que constam dos outros Manuais do Ministério da Saúde.